Adriano Habermann é consultor de SEO com sede em Dourados, Mato Grosso do Sul. O trabalho é feito de forma direta: quem faz o diagnóstico é quem executa e quem responde por ele.
O foco são empresas que vendem para outras empresas, do agronegócio ao setor de saúde e serviços profissionais — mercados em que a decisão de compra passa por pesquisa antes do primeiro contato comercial.
A atuação cobre Dourados e o entorno da Grande Dourados, além de empresas de fora do estado que precisam aparecer para clientes daqui.
O que está incluído no trabalho?
- Diagnóstico técnico do site: rastreamento, indexação, estrutura e velocidade
- Mapeamento das buscas que o seu cliente faz antes de decidir
- Plano de conteúdo por intenção, não por volume de palavras
- Ajustes de arquitetura e links internos
- Google Business Profile e presença nas buscas locais
- Acompanhamento por Search Console, com leitura mensal dos dados
- Execução direta, sem repassar a terceiros
Quando faz sentido contratar um consultor SEO?
Faz sentido quando o site existe, recebe pouca visita da busca orgânica e a empresa depende de anúncios para gerar contato. Também quando há tráfego, mas ele não vira conversa comercial — sinal de que as páginas atraem a busca errada.
Outro momento comum é a troca de site. Uma migração mal planejada derruba posições que levaram anos para se firmar, e o efeito costuma aparecer semanas depois, quando reverter já é caro.
Se a empresa nunca olhou o Search Console, normalmente há ganho disponível antes de qualquer investimento novo em mídia.
Qual a diferença entre consultor e agência?
A diferença prática está em quem executa e em quem você fala. Numa agência, o atendimento e a execução costumam ser pessoas diferentes, e o time que apresentou a proposta raramente é o que mexe no site.
Com um consultor, o diagnóstico, a decisão técnica e a prestação de contas ficam na mesma pessoa. Isso encurta o caminho entre identificar um problema e corrigi-lo.
Nenhum dos dois formatos é melhor por natureza. Agência costuma resolver melhor operação de escala e múltiplos canais; consultoria resolve melhor problema técnico específico e decisão de prioridade.
Como funciona o diagnóstico inicial?
O ponto de partida é entender o que já existe. Isso significa ler o site como o buscador lê: o que está indexado, o que está bloqueado, o que carrega devagar e o que duplica intenção com outra página.
Depois vem a parte comercial: quais buscas trazem cliente e quais só trazem volume. Uma página que recebe visita e não gera contato tem um problema de intenção, não de posição.
O resultado é uma lista de prioridades com ordem de execução — o que muda o resultado primeiro fica no topo.
Consultor, agência ou equipe interna: o que muda
| Critério | Consultor | Agência | Equipe interna |
|---|---|---|---|
| Quem executa | A mesma pessoa que diagnostica | Time, com atendimento separado | Time próprio |
| Velocidade de decisão | Alta | Média | Varia com a estrutura |
| Escala de operação | Limitada | Alta | Depende do tamanho |
| Conhecimento do negócio | Construído no projeto | Construído no projeto | Já existe |
| Custo fixo | Contrato por escopo | Mensalidade | Folha |
| Melhor para | Problema técnico e prioridade | Vários canais ao mesmo tempo | Operação contínua |
Como é o SEO local para empresas de Dourados?
Busca local tem lógica própria. O Google cruza o termo pesquisado com a localização de quem pesquisa, e o resultado muda conforme a distância e a consistência das informações da empresa.
Na prática, isso passa por três frentes: a ficha do Google Business Profile completa e ativa, dados de contato iguais em todos os lugares onde a empresa aparece, e páginas que expliquem o serviço com o vocabulário que o cliente daqui usa.
Para quem atende presencialmente ou por região, a busca local costuma ser o canal que traz contato mais próximo da decisão.
Por que agro e B2B pedem uma abordagem diferente?
O comprador técnico pesquisa antes de falar com vendedor, e pesquisa com termo específico: modelo, norma, capacidade, aplicação. Ele não busca a categoria genérica.
Isso muda o tipo de conteúdo que funciona. Página institucional genérica não responde a esse tipo de pergunta; página que explica aplicação, limite e critério de escolha, sim.
No agronegócio há ainda a sazonalidade: a busca acompanha o calendário da safra, e quem só produz conteúdo na janela de venda chega tarde.
O site também precisa mudar?
Nem sempre. Muitos sites têm estrutura suficiente e o que falta é organização de conteúdo e correção técnica.
A troca se justifica quando a base impede o resto: plataforma que não permite editar título e descrição, tema que carrega devagar por natureza, ou arquitetura que mistura todos os serviços numa página só.
Quando a troca é necessária, ela precisa ser planejada com redirecionamento correto para não perder o que já estava posicionado.
Perguntas frequentes
Em quanto tempo aparecem resultados de SEO?
Depende do estado do site e da concorrência do termo. Correções técnicas de indexação podem refletir em semanas; ganho de posição em busca disputada costuma levar meses. Não trabalho com prazo garantido de posição, porque isso não depende só de quem executa.
Você atende empresas fora de Dourados?
Sim. A sede é em Dourados, e o atendimento é remoto para empresas de outras cidades e estados. Para trabalho local, a proximidade ajuda no entendimento do mercado, mas não é requisito.
Preciso trocar de site para contratar?
Não. O diagnóstico indica se a estrutura atual comporta o trabalho. Muitas empresas avançam bastante antes de considerar troca.
Como acompanho o que está sendo feito?
Pelo Google Search Console, que é a fonte oficial do próprio Google, mais o relatório de execução. O acesso à conta é da empresa, não minha.
Qual o investimento?
Varia com o escopo: tamanho do site, número de páginas a trabalhar e se há criação de conteúdo. O valor é fechado depois do diagnóstico, quando dá para dimensionar o trabalho.
Trabalha com contrato de permanência longa?
SEO exige continuidade para consolidar, mas o formato é combinado por escopo. Não prendo cliente com multa de saída.
Faz também Google Ads?
O foco é a busca orgânica. Quando a empresa investe em mídia paga, a estratégia é alinhada para os dois canais não competirem entre si.
